A Sony está de olho no mercado de desenvolvimento de games do Brasil. Além de acreditar que a indústria nacional é capacitada para criar jogos, a dona do PlayStation quer ensinar estudantes e produtores a trabalhar com seus videogames. É o que afirma Bruno Matzdorf, gerente do programa de desenvolvimento da Sony. O projeto liderado por Matzdorf irá selecionar produtoras e universidades brasileiras para trabalhar com os videogames da família PlayStation para desenvolver jogos. Os escolhidos receberão kits e receberão suporte da Sony para aprender a criar os games. Em um futuro próximo, essas produtoras poderão ter o licenciamento da companhia para lançar seus jogos no PlayStation 2 e no PSP – o PlayStation 3 não faz parte do programa.
G1 - Qual o objetivo do contato da Sony com os desenvolvedores brasileiros?
Matzdorf - O primeiro objetivo é encontrar os desenvolvedores. O Brasil é um mercado novo para nós. Estamos participando de eventos como o Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital (SBGames) e conversando com a Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames) para saber no que esses produtores estão trabalhando e se existe o interesse por parte deles em trabalhar com os videogames da Sony.
Em seguida, nosso objetivo principal é trazer esses desenvolvedores para nossos “programas de incubadora”. Esse é um caminho mais fácil para as produtoras que têm interesse em trabalhar com nossas plataformas antes de se tornar desenvolvedores licenciados pela Sony.
G1 - Como funcionará o projeto para empresas e universidades?
Matzdorf - Temos um programa acadêmico, o que é um pouco diferente do programa de incubadora. Esse último é voltado para empresas que já desenvolvem games e o acadêmico é voltado para universidades que têm cursos de desenvolvimento de jogos. Quem faz parte desses programas não pode lançar um jogo para o PlayStation 3, PSP ou PlayStation 2. Para isso, é necessário ter uma licença de desenvolvedor da Sony. Entretanto, fazer parte desses projetos torna mais fácil o caminho para lançar jogos em nossas plataformas. Isso, no entanto, não significa que você não possa criar jogos para os consoles.
Por meio desses programas, queremos procurar novos talentos e novas empresas para trabalhar no futuro. Para isso, essas pessoas precisam saber como trabalhar com nossas plataformas e é para isso que esse projeto de incubadora serve. Um desenvolvedor que entrar em um de nossos programas terá a habilidade necessária para criar um jogo para a família PlayStation. Ele terá todas as ferramentas que uma grande produtora tem, e o caminho para, no futuro, ser um desenvolvedor licenciado será menor e mais fácil.
G1 - Quais serão os consoles que os desenvolvedores poderão trabalhar dentro desses programas no Brasil?
Matzdorf - O programa de incubadora de produtoras de games enviará kits de desenvolvimento de PSP e de PlayStation 2 aos selecionados. O motivo de não incluirmos o PlayStation 3 é porque ele ainda é uma plataforma muito nova e as empresas que estão trabalhando no videogame no momento estão aprendendo como utilizá-lo melhor. É muito difícil para alguém que está iniciando na produção de jogos trabalhar com uma plataforma que ainda não é bem conhecida na indústria de desenvolvimento.
Créditos: G1 Tecnologia
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Brasileiros na produção de jogos para Play Station
Criador da WWW pede desculpas por barras nos endereços
O homem que inventou a World Wide Web (a WWW, que é a base da internet) pediu desculpas por ter colocado duas barras na frente dos endereços eletrônicos. O cientista britânico Tim Berners-Lee, que criou a WWW há quase 30 anos, disse que o uso dos caracteres "//" após o "http:" é desnecessário. Segundo o jornal britânico “The Times”, Berners-Lee disse em uma palestra em Washington que poderia ter criado os endereços sem as duas barras.
"Parecia uma boa ideia (usar o WWW) na época", disse. O cientista disse que, quando criou a world wide web, ele não imaginava que as barras causariam tanta irritação entre os usuários. No entanto, ele brincou que ninguém calculou ainda a quantidade de terapeutas que conseguiram emprego para tratar pessoas com lesões de esforço repetitivo, de tanto usar a tecla w nos teclados de computador. Na entrevista ao “The Times”, ele admite inclusive que o uso das barras é nocivo ao meio ambiente, já que desperdiça energia, papel e tinta. Tim é diretor do World Wide Web Consortium, que trabalha com o governo britânico para aumentar o acesso das informações governamentais ao público.
Créditos: BBC
Mark Zuckerberg, o criador do Facebook
Na sua primeira visita ao Brasil, o criador do Facebook, Mark Zuckerberg foi entrevistado pelo VJ da MTV Brasil, Cazé.
Ele falou sobre os avanços que o Facebook teve desde sua criação, e que a primeira versão do Facebook foi criada eu seu quarto na faculdade de Harvard, antes mesmo dele se formar, confessou que é um grande fã do Greenday.
Ele também disse que um dos primeiros contratados do Facebook foram seus colegas de quarto e seus professores (seria vingança ?).
No final da entrevista, Mark Zuckerberg deu a Cazé uma camisa do Facebook.
Entrevista com Alan Niemies, o dono do Análise Blogueira
A equipe do Blog on the Net entrevistou Alan Niemies, o dono do blog Análise Blogueira. Que contém dicas para blogueiros, como dicas de SEO e divulgação, confira agora a entrevista.
De onde surgiu a idéia de criar o Análise Blogueira ?
Eu já tinha a vontade de criar um blog desde os 13 anos, quando comecei a ler sobre o assunto. Na verdade, meu primeiro contato com a blogosfera foi em uma busca sobre “como ganhar dinheiro na internet”, coisa que muitos jovens procuram por aí. Então, não sei como, acabei conhecendo o trabalho do Edney e me identifiquei com ele. E depois disso, comecei a ler mais e mais sobre o assunto, e há pouco mais de 3 meses finalmente lancei o Análise, quando senti que tinha adquirido experiência suficiente
Ele foi seu primeiro blog ?
Sim, o primeiro (de muitos, espero).
Blogar já faz parte de seu dia-a-dia ?
Faz sim. Eu diria que até demais. Passo a tarde inteira escrevendo ou procurando conteúdo de qualidade, e na maioria das vezes continuo fazendo isso à noite. Tornei-me um verdadeiro viciado em blogagem!
Você acha importante a interação entre blogueiros ?
Com certeza! Acho que essa é uma das principais diferenças de um blog para um site estático: o contato, a conversa, a interação são muito maiores. E sem este contato com outros blogueiros, não poderíamos sanar dúvidas que surgem todos os dias em nossas mentes, por exemplo. Eu mesmo resolvo muitas dúvidas (sobre WordPress e SEO, principalmente) com outros blogueiros.
O mundo dos blogs mudou depois do Twitter ?
Depende do ponto de vista. Alguns teimam em dizer que o Twitter veio para acabar com a blogagem, mas creio que isto está longe de acontecer (até porque ainda não vi nenhuma pessoa parar de blogar para apenas twittar). Mas que mudou a blogosfera, mudou: vários blogueiros conhecidos (ou não) passam horas twittando (como o @cardoso, por exemplo). O que ocorreu foi um acrescento ao nosso dia-a-dia, uma forma de fazer contatos com mais eficiência ou ficar à par de assuntos interessantes muito mais rapidamente.
E as outras redes sociais, são importantes ou só mais um meio de espalhar spam ?
Os dois! Depende do que cada um almeja ao utilizá-las. Elas são o meio mais eficaz de um novo blog começar a aparecer na blogosfera. Depois disso (após seis meses, aproximadamente), passamos à usá-las em segundo plano, pois o tráfego principal começa a vir dos buscadores, mas ainda assim as usamos. Elas estão sempre marcadas em nossa rotina diária.
Por outro lado, o número de spam dentro de Redes Sociais como o diHITT é enorme, mas só podemos acabar com isso à medida que não damos importância à este conteúdo ruim e deixamos de votar nele ou visitá-lo.
Hoje em dia, dá para ter um blog como profissão ?
A participação do leitor no blog é importante ?
Sim, pois é para eles que escrevemos, e deles precisamos retirar críticas e opiniões para incrementar nosso blog ou modo de escrever. Há pouco tempo atrás criei um post perguntando a opinião dos leitores do Análise, e recebi muitas boas críticas e dicas.
O que é mais importante, o número de visitas ou de comentários ?
Depende dos objetivos que você mesmo almeja, como blogueiro. Mas geralmente os dois são importantes. Alguns blogueiros recebem um alto número de visitas, mas poucos comentários. E por isso ficam insatisfeitos. Outros recebem poucas visitas, muitos comentários e mesmo assim não se sentem felizes com o trabalho. Este é o ponto de vista do “gosto” de cada blogueiro.
Por outro lado, temos a parte da monetização, do “ganhar dinheiro com um blog”, que depende (na maioria das vezes) de um bom índice de visitas, mas não de comentários.
O que você acha sobre as atuais ferramentas de gerenciamento de blogs?
Elas estão crescendo assustadoramente bem. O WordPress, plataforma muito conhecida entre os blogueiros, é atualizada frequentemente e tem uma comunidade muito influente, que disponibiliza novos plugins e temas (templates) gratuitos praticamente todos os dias.
O Blogger,que também é muito conhecido (mesmo tendo uma qualidade de blogagem um pouco menor) ainda precisa de muitos incrementos, mas creio que aos poucos eles virão, como acontece com o WordPress.
Sobre outros CMS’s (como o Joomla ou o Drupal) eu não posso opinar, pois ainda não testei a eficiência destes, mas parecem que também são igualmente bons, pelo que ouço falar de alguns usuários conhecidos.
Agora vamos ao "bate-bola", eu falarei algumas coisas e você dirá a primeira coisa que veio a sua cabeça:
Twitter – busca de conteúdo de qualidade.
Google – o chefão.
Open-source – aquilo que tenta acabar com a pirataria.
Problogger – um cara que trabalha muito.
Browser – um serviço importante no mundo da blogagem, já que é neste tipo de programa que fazemos a maior parte de nosso trabalho diário.
Deixe uma mensagem para quem está lendo:
Paciência! Acho que esta palavra precisa resumir a vida de um blogueiro: os ganhos (de dinheiro ou de visitas, por exemplo) vêm muito devagar neste meio, e quem não tem paciência perece muito rápido. Então, o trabalho em blog se resume apenas nesta palavra. Se não tivermos a devida paciência desde o início (onde os objetivos iniciais são facilmente alcançados), no maior sinal de dificuldade corremos o risco de abandonar tudo rapidamente!